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Oculoplástica é uma subespecialidade da Oftalmologia dedicada às pálpebras e anexos oculares. Blefaroplastia é apenas uma parte desse universo, que também envolve doenças, reconstruções e complicações palpebrais.

“Doutora, por que você opera só pálpebras?”

Essa é uma pergunta que recebo bastante.

E a resposta começa muito antes da estética.

Eu sou oftalmologista e me especializei em Oculoplástica, ou Cirurgia Plástica Ocular.

Dentro dessa área, escolhi concentrar minha prática especialmente nas pálpebras e no rejuvenescimento do olhar.

A blefaroplastia é, sim, a cirurgia que mais realizo.

Mas meu trabalho não se resume a ela.

Também opero doenças das pálpebras, alterações de posicionamento, realizo reconstruções após determinados tumores e recebo pacientes que precisam de uma nova abordagem depois de complicações ou resultados insatisfatórios de cirurgias palpebrais anteriores.

Porque existe algo que nunca podemos esquecer:

a pálpebra não é apenas uma estrutura estética. Ela participa da proteção dos olhos e da preservação da superfície ocular.

Afinal, O Que É Oculoplástica?

A Oculoplástica, também chamada de Cirurgia Plástica Ocular, é uma área da Oftalmologia dedicada aos anexos oculares.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular, esse campo compreende:

  • pálpebras;
  • região periocular;
  • vias lacrimais;
  • órbita.

O cirurgião oculoplástico é, portanto, um médico oftalmologista com formação específica para tratamentos funcionais e estéticos dessas estruturas.

É justamente a proximidade entre anatomia palpebral e saúde ocular que torna essa área tão particular.

Oculoplástica É Sinônimo De Blefaroplastia?

Não.

A blefaroplastia é uma das cirurgias realizadas dentro da Oculoplástica, mas está longe de representar toda a especialidade.

Na edição de 2026 de seu Congresso Internacional de Oculoplástica e Estética Periocular, a SBCPO integrou conteúdos relacionados tanto às doenças funcionais quanto à estética periocular, demonstrando a amplitude dessa área da Oftalmologia.

Na minha prática, essa diversidade também está presente.

O QUE UM CIRURGIÃO OCULOPLÁSTICO PODE TRATAR?

Situação Objetivo do tratamento
Blefaroplastia Tratar alterações estéticas e/ou funcionais das pálpebras conforme indicação
Ptose palpebral Avaliar e tratar a queda anormal da pálpebra
Mau posicionamento palpebral Restabelecer posicionamento e função adequados quando indicado
Tumores palpebrais Participar do tratamento e da reconstrução das estruturas comprometidas
Reconstrução palpebral Reconstruir estruturas após perdas de tecido, traumas ou tratamento de lesões
Complicações de cirurgias anteriores Diagnosticar alterações e planejar tratamento revisional quando necessário
Alterações funcionais Preservar fechamento, proteção ocular e relação adequada entre pálpebra e olho

Por Que As Pálpebras São Tão Delicadas?

Porque elas não existem apenas para compor a aparência do rosto.

As pálpebras possuem funções diretamente relacionadas à proteção ocular.

O piscar ajuda a manter a superfície do olho protegida e participa da distribuição do filme lacrimal.

O posicionamento palpebral também interfere no contato e na proteção da superfície ocular.

Por isso, determinadas alterações das pálpebras podem ultrapassar a questão estética.

Forma e função estão extremamente próximas nessa região.

O Que São Os Maus Posicionamentos Das Pálpebras?

Existem diferentes alterações capazes de modificar a posição normal das pálpebras.

Uma delas é a ptose palpebral, caracterizada pela queda da pálpebra superior.

Também existem alterações da pálpebra inferior, como diferentes formas de retração ou ectrópio, que exigem diagnóstico específico.

Dependendo da causa e da intensidade, essas condições podem interferir não somente na aparência, mas também na função palpebral e na exposição da superfície ocular.

É por isso que uma consulta de Oculoplástica pode começar com uma queixa aparentemente estética e revelar uma questão funcional que também precisa ser considerada.

Cirurgião Oculoplástico Também Atua Em Tumores Das Pálpebras?

Sim.

A Oculoplástica também possui uma importante dimensão reconstrutiva.

Quando uma lesão tumoral compromete a pálpebra e sua retirada gera perda de tecido, pode ser necessário reconstruir a região preservando, sempre que possível, anatomia e função.

A própria SBCPO certifica especialistas em cirurgias palpebrais, vias lacrimais e órbita e mantém a reconstrução ocular entre as áreas de atuação divulgadas pela sociedade.

Nesses casos, o desafio não é simplesmente “fechar” uma área operada.

Precisamos pensar na pálpebra que continuará protegendo aquele olho.

Por Que Uma Reconstrução Palpebral Pode Ser Complexa?

Porque a pálpebra possui uma anatomia extremamente especializada.

Dependendo da localização e da quantidade de tecido comprometida, uma reconstrução pode exigir diferentes técnicas.

É necessário considerar formato, posição, fechamento palpebral, relação com o olho e preservação funcional.

Por isso, algumas reconstruções são pequenas.

Outras podem ser extensas e tecnicamente desafiadoras.

O planejamento depende completamente do caso.

E As Complicações De Blefaroplastias Anteriores?

Essa é outra parte importante da minha prática.

Tenho recebido cada vez mais pacientes procurando avaliação depois de uma cirurgia palpebral anterior.

É importante esclarecer que qualquer cirurgia pode apresentar complicações, mesmo quando corretamente indicada e executada.

A SBCPO destaca que a formação do especialista em Cirurgia Plástica Ocular inclui tanto questões estéticas quanto funcionais das pálpebras e o manejo de possíveis complicações.

Entre os problemas que podem motivar uma avaliação revisional estão alterações de cicatrização, assimetrias, dificuldade de fechamento dos olhos e alterações de posicionamento palpebral.

A SBCPO ressalta ainda que algumas complicações funcionais podem comprometer a superfície ocular e exigir avaliação detalhada, incluindo exame ocular completo.

BLEFAROPLASTIA PRIMÁRIA X BLEFAROPLASTIA REVISIONAL

Blefaroplastia primária Cirurgia revisional
Primeira abordagem cirúrgica Existe uma cirurgia prévia
Anatomia ainda não foi modificada cirurgicamente Anatomia pode apresentar cicatrizes e alterações
Planejamento parte da condição original Planejamento considera cirurgia e evolução anteriores
Objetivo definido na primeira avaliação Pode envolver correção estética e/ou funcional
Exige avaliação ocular e palpebral Pode demandar investigação ainda mais detalhada

Uma cirurgia revisional não significa simplesmente “fazer outra blefaroplastia”.

Primeiro precisamos compreender o que aconteceu.

Depois, avaliar o que pode ser corrigido e quais são os limites daquele caso.

Por Que A Formação Em Oftalmologia Faz Sentido Para Mim?

Eu poderia ter escolhido diferentes caminhos dentro da Oftalmologia.

Escolhi a Oculoplástica.

E, dentro dela, escolhi dedicar grande parte da minha prática às pálpebras e ao olhar.

Existe uma razão muito pessoal para isso.

O olhar é uma das regiões mais expressivas da face e, ao mesmo tempo, está intimamente relacionado a uma estrutura extremamente preciosa: os olhos.

Quando avalio uma blefaroplastia, portanto, não observo apenas pele.

Avalio posição palpebral.

Fechamento dos olhos.

Superfície ocular.

Assimetria.

Anatomia.

Função.

E somente depois penso em como podemos alcançar o resultado desejado.

ESTÉTICA E FUNÇÃO NÃO DEVERIAM SER ENXERGADAS SEPARADAMENTE

Essa talvez seja uma das características que mais me encantaram na Oculoplástica.

Às vezes, a paciente chega buscando rejuvenescimento.

Porque a pálpebra está em uma posição inadequada.

Ou precisa reconstruir uma região depois do tratamento de uma lesão.

Procurando ajuda porque passou por uma cirurgia e algo não evoluiu como esperava.

São histórias completamente diferentes.

Mas todas chegam ao mesmo lugar:

a pálpebra.

E cada milímetro dessa região pode ter importância estética e funcional.

POR QUE ESCOLHI ME DEDICAR AO OLHAR?

Porque especialização também significa escolher onde queremos aprofundar nosso conhecimento.

Eu escolhi as pálpebras.

Escolhi estudar sua anatomia.

Sua função.

Suas doenças.

Seu envelhecimento.

Suas possibilidades cirúrgicas.

Suas reconstruções.

E também suas complicações.

A blefaroplastia se tornou a cirurgia que mais realizo, mas ela representa apenas uma parte do conhecimento necessário para cuidar dessa região.

Meu compromisso não começa no excesso de pele.

E não termina no resultado estético.

Começa entendendo que as pálpebras fazem parte da proteção dos seus olhos.

É por isso que escolhi me dedicar ao olhar.

Dra. Carolina Angeloni
Oftalmologista | Especialista em Cirurgia Plástica Ocular
CRM-MT 5744 | RQE 2874

📍 Cuiabá – MT | Clínica Carolina Angeloni
📍 Cáceres – MT | Oftalmoclin – Clínica de Oftalmologia e Plástica Ocular


FAQ — OFTALMOLOGISTA ESPECIALISTA EM OCULOPLÁSTICA

1. O Que É Oculoplástica?

Oculoplástica ou Cirurgia Plástica Ocular é uma área da Oftalmologia dedicada aos anexos oculares, incluindo pálpebras, região periocular, vias lacrimais e órbita.

2. Oculoplástica Cuida Apenas De Estética?

Não. A especialidade reúne tratamentos estéticos, funcionais e reconstrutivos. A programação científica da SBCPO em 2026, por exemplo, integrou temas funcionais e de estética periocular.

3. Blefaroplastia É A Única Cirurgia Realizada Pelo Oculoplástico?

Não. Dependendo da formação e atuação de cada profissional, a especialidade inclui cirurgias relacionadas a alterações de posicionamento palpebral, ptose, reconstruções, vias lacrimais, órbita e outras condições.

4. O Cirurgião Oculoplástico Pode Tratar Tumores Das Pálpebras?

A avaliação e o tratamento de lesões palpebrais, assim como a reconstrução necessária após determinadas ressecções, fazem parte do campo da Cirurgia Plástica Ocular.

5. O Que É Blefaroplastia Revisional?

É uma nova abordagem de uma pálpebra previamente operada para tratar questões estéticas ou funcionais que persistiram ou surgiram após uma cirurgia anterior. A SBCPO destaca que esses casos podem ser complexos e precisam de avaliação detalhada.

6. Uma Complicação De Blefaroplastia Pode Afetar Os Olhos?

Algumas complicações palpebrais podem comprometer fechamento e exposição da superfície ocular. A AAO relaciona entre as possíveis complicações da blefaroplastia alterações como lagoftalmo, exposição da superfície ocular/olho seco e, raramente, problemas que podem ameaçar a visão.

7. Por Que Avaliar A Superfície Ocular Antes De Uma Cirurgia Revisional?

Porque alterações na posição e no fechamento das pálpebras podem repercutir sobre a superfície ocular. A SBCPO destaca a importância do exame ocular completo, especialmente da superfície ocular e do filme lacrimal, em casos revisionais.

8. Como Saber Se Preciso De Uma Avaliação Com Oculoplástico?

Queixas estéticas das pálpebras, alterações de posição, dificuldade de fechamento ocular, ptose, lesões palpebrais ou problemas após uma cirurgia anterior podem justificar uma avaliação especializada.

Dra. Carolina Angeloni é Médica Oftalmologista especialista em Plástica Ocular.
CRM-MT 5744 | RQE 2874

Dra. Carolina Angeloni

Dra. Carolina Angeloni é Médica Oftalmologista especialista em Plástica Ocular. CRM-MT 5744 | RQE 2874

Lifting de supercilio

As sobrancelhas (supercílios) vêm recebendo a cada dia uma atenção especial. Sabemos como especialistas da sua importância na harmonia do olhar e impacto no resultado final da cirurgia, porém nos últimos tempos, as pacientes também já chegam sabendo quando as suas sobrancelhas precisam de um cuidado e abordagem especial.

Se elas estiverem caídas, irão passar um ar de tristeza e interferir diretamente na quantidade de pele das pálpebras superiores. Nestes casos, precisamos melhorar este posicionamento para ter um resultado mais bonito e harmônico.

Através do lifting cirúrgico conseguimos isto, com efeito natural e duradouro. E mesmo em casos onde não exista uma queda tão acentuada, conseguimos mudar o formato das sobrancelhas, arquear sem exageros, emoldurar as pálpebras de forma elegante e deixar o olhar mais feminino.

Durante a avaliação iremos discutir se isto é algo que incomoda e qual a melhor técnica, pois cada paciente tem traços únicos e a depender deles, iremos indicar qual formato de supercílio mais combina.

Blefaroplastia a laser

Sem dúvida a Blefaroplastia a Laser é uma grande evolução nas cirurgias estéticas das pálpebras. O laser de CO2 fracionado, tecnologia já consagrada, é utilizado com duas finalidades: realizar o corte cirúrgico e promover o rejuvenescimento da pele, otimizando sua recuperação e o resultado final.

O uso do laser durante a cirurgia leva a um menor sangramento, o que causa menos hematomas e inchaço no pós-operatório. Ao final da cirurgia realizamos o tratamento de toda a pele remanescente nas pálpebras e na face inteira, inclusive pescoço e colo, através do ‘resurfacing’.

Por ser um laser ablativo, cria pontos de abertura nas camadas da pele, com a vaporização da epiderme (camada mais superficial) e alcança a derme reticular (camada mais profunda). Com o processo de regeneração, estimula muito colágeno, tratando as condições mais profundas como cicatrizes, flacidez e rugas.

Este é um dos tratamentos associados que mais potencializam o resultado da sua cirurgia, promovendo um rejuvenescimento global da sua face.

Blefaroplastia inferior

As bolsas de gordura e flacidez nas pálpebras inferiores costumam ser queixas muito frequentes mesmo em pacientes mais jovens, inclusive por questões genéticas. Para este problema, temos a blefaroplastia inferior, que é a cirurgia plástica das pálpebras inferiores, onde podemos abordar estruturas profundas, com a finalidade de rejuvenescimento desta região.

Assim como as pálpebras superiores, as inferiores têm fundamental importância na manutenção da saúde ocular, no mecanismo de piscar e lubrificação ocular. Cirurgias que não preservam essa função básica resultam em muitas queixas no pós-operatório, tanto estéticas, deixando os olhos com aspecto arrendondado e repuxado, quanto funcionais, com má oclusão palpebral e exposição do globo ocular, podendo comprometer a visão.

Por isto a escolha de um profissional que seja especialista em Cirurgia Palpebral é o primeiro passo para que sua cirurgia tenha o sucesso que você almeja.

 

Blefaroplastia superior

A blefaroplastia superior tem por objetivo remover o excesso de pele e bolsas de gordura das pálpebras superiores. Durante a cirurgia também podemos moldar o contorno palpebral, posicionando esta gordura que já temos naturalmente para preencher imperfeições, realizar técnicas para maior exposição da pálpebra móvel, simetrizar a altura das pálpebras, citando apenas alguns pontos que podem ser corrigidos na mesma cirurgia.

Ao nos atentarmos a todos esses detalhes, criamos o conceito de “personalização’ da sua cirurgia. Mas muito mais do que isso, devemos lembrar sempre da principal função das nossas pálpebras: proteger nossos olhos. Nenhuma abordagem estética será mais importante do que preservar sua visão.

Ácido hialurônico

O ácido hialurônico é produzido naturalmente pelo nosso organismo e está presente na pele, em nossos olhos, nas articulações e várias outras estruturas. Sua principal função é preencher os espaços entre as células, mantendo-as hidratadas.

À medida que envelhecemos, nossa pele se torna mais fina e menos elástica, e sua capacidade de reter água é reduzida. O resultado é o aparecimento de linhas finas e rugas. Os coxins de gordura que dão volume e aspecto jovem à face atrofiam e ocorre reabsorção óssea, aparecendo sulcos mais profundos, com perda do contorno facial. Tudo isso se traduz em uma aparência cansada, envelhecida ou triste.

Quando falamos em usar o ácido hialurônico com fins estéticos, podemos indica-lo em várias concentrações, cada uma com uma finalidade: hidratar, preencher ou sustentar.

O ácido hialurônico mais fino, chamado de skinbooster, é excelente para aumentar a hidratação da pele e suavizar rugas já marcadas, que não melhoram apenas com a toxina botulínica.

Quando temos uma concentração intermediária, ele se torna excelente para preenchimento de sulcos, como nas olheiras, no bigode chinês e linhas de marionete, além de regiões onde coxins de gordura perderam seu volume, como nas têmporas.

Fios de PDO

Os fios de PDO (polidioxanona) são fios implantados na pele e absorvidos naturalmente pelo organismo, com a finalidade de estimular a produção de colágeno.

Alguns modelos também podem ter efeito de tração e sustentação, mas o grande impacto que eles causam, de forma mais duradoura, é justamente estimular um boom de colágeno, proporcionando melhora na qualidade e firmeza da pele na região em que são aplicados.

Dentro da Plástica Ocular, as regiões que tratamos são:

  • Pálpebras inferiores
  • Lateral dos olhos
  • Sobrancelhas
  • Rugas profundas da região da glabela (entre as sobrancelhas)
  • Testa

O procedimento pode ser realizado na clínica ou associado a protocolos com cirurgias das pálpebras, potencializando o efeito desejado.

 

Toxina botulínica

Mas você sabe como funciona a Toxina Botulínica?

Ela impede a contração muscular, que é responsável pelo aparecimento das rugas. Como resultado, além de disfarçar as marcas já aparentes, ainda evita o aparecimento de novas rugas e retarda a formação dos sinais de expressão, que são as linhas mais profundas que temos, geralmente na lateral dos olhos (os famosos “pés de galinha”), na testa e na glabela (que são as linhas que aparecem quando fazemos “cara de bravo”).

O que significa ‘TOXINA BOTULÍNICA PREVENTIVA’?

Quando aplicamos a toxina em uma paciente mais jovem, com a pele ainda intacta e sem rugas definitivas, evitamos que essas dobras se transformem em vincos profundos. É como se evitássemos que ocorresse uma ‘fratura’ na pele, pois uma vez que a ruga já está bem profunda, é mais difícil de tratá-la. Portanto, com a Toxina Botulínica conseguimos evitar que chegue a esse grau mais avançado.

Quais são as indicações da Toxina Botulínica na Plástica Ocular?

  • Paralisar rugas dinâmicas (as que aparecem quando fazemos as expressões faciais):
    • Rugas na testa
    • Rugas na glabela (entre as sobrancelhas)
    • Rugas perioculares (pés de galinha)
    • Rugas finas nas pálpebras inferiores
  •  Arquear as sobrancelhas e corrigir assimetrias
  • Melhorar a textura da pele
  • Espasmos musculares nas pálpebras e face

Se você já aplica Toxina Botulínica regularmente ou nunca aplicou mas quer ter esse cuidado preventivo, estou pronta para tirar todas as suas dúvidas!

Plasmage

PLASMAGE é uma tecnologia italiana de uso exclusivo médico, sendo um jato de plasma fracionado de verdade, com a finalidade de melhorar a flacidez das pálpebras superiores e inferiores e as linhas finas de expressão nessa região. Ele causa a retração da pele, o que melhora muito a flacidez e estimula colágeno na área tratada.

Sabe aquelas linhas fininhas que se formam nas pálpebras, aquelas dobrinhas de pele que deixam a maquiagem craquelada? Pois então... O Plasmage é excelente justamente para esses casos! Para quem ainda não tem indicação cirúrgica ou para quem até teria, mas que por motivos pessoais quer uma alternativa para postergar um procedimento cirúrgico.

Independente da idade, a partir do momento que o aspecto das suas pálpebras começa a te incomodar, já podemos aplicar o PLASMAGE.

Programamos até 2 sessões, a depender do nível de flacidez de cada caso. Cada sessão leva em torno de 30 minutos para tratar as 4 pálpebras. Podemos também tratar a região do supercílio para causar um efeito de arqueamento e remover lesões palpebrais, como xantelasma e pequenos fibromas. É realizado com anestesia tópica ou local, a depender do nível de tolerância de dor de cada paciente.

O Plasmage é contra-indicado para gestantes, pacientes com pele negra e com tendência a formação de cicatrizes hipertróficas, queloides ou hiperpigmentação, como melasma.

Nos primeiros dias após a aplicação, a região fica mais inchadinha e vermelha e no 3o dia já pode usar maquiagem. O tempo de recuperação, que chamamos de downtime é extremamente rápido, pois você não precisa se ausentar do trabalho. Com 5 a 7 dias as crostas caem e com 30 dias após a 1a sessão já notamos o resultado. O principal cuidado é usar os cremes prescritos e ter muito cuidado com a exposição ao sol, para não manchar a região tratada.

O procedimento pode ser realizado na clínica ou associado a protocolos com cirurgias das pálpebras, potencializando o efeito desejado.

 

Ultrassom microfocado

O ultrassom micro e macrofocado é uma tecnologia já estabelecida no mundo da estética, que veio evoluindo com diferentes plataformas ao longo dos anos. A energia acústica gerada é convertida em calor e são criados pontos de coagulação em todas as camadas que recebem o estímulo.

Pele, músculo e gordura: com diferentes ponteiras para diferentes profundidades, conseguimos estimular todas estas estruturas na mesma sessão. O resultado vai além do estímulo de colágeno: é visto o efeito de lifting e afinamento da face, remodelando assim o contorno facial.

Na clínica temos o Atria, que chegou para revolucionar conceitos e ampliar possibilidades terapêuticas, levando a um avanço nos resultados clínicos.

Inédita e fruto de anos de pesquisa tecnológica, esta plataforma de ultrassom micro e macrofocado permite que maiores energias possam ser empregadas de forma mais segura e confortável, sem dor alguma. Seu diferencial, além do conforto, são os formatos de ponteiras:

-Atria® Scan – eficiência e a segurança do ultrassom focado por scanner;

-Atria® Pen – conforto e a comodidade da caneta de ultrassom para tratamentos faciais e de áreas mais delicadas, como contorno dos olhos e sobrancelhas.

Com ele podemos tratar:

  • Pálpebras
  • Frontal
  • Lifting de face (bigode chinês e linha de marionete) e pescoço
  • Submento (papada)
  • Contorno da mandíbula

Após a sessão já podemos ver os resultados, que se tornam mais evidentes ao longo de 30-60 dias. Pode ser realizado mesmo em pacientes jovens que já notam sinais de envelhecimento, com aspecto de “derretimento” da face, e claro, como manutenção após a realização das cirurgias palpebrofaciais.

 

Laser CO2

Sem dúvida a Blefaroplastia a Laser é uma grande evolução nas cirurgias estéticas das pálpebras. O laser de CO2 fracionado, tecnologia já consagrada, é utilizado com duas finalidades: realizar o corte cirúrgico e promover o rejuvenescimento da pele, otimizando sua recuperação e o resultado final.

O uso do laser durante a cirurgia leva a um menor sangramento, o que causa menos hematomas e inchaço no pós-operatório. Ao final da cirurgia realizamos o tratamento de toda a pele remanescente nas pálpebras e na face inteira, inclusive pescoço e colo, através do ‘resurfacing’.

Por ser um laser ablativo, cria pontos de abertura nas camadas da pele, com a vaporização da epiderme (camada mais superficial) e alcança a derme reticular (camada mais profunda). Com o processo de regeneração, estimula muito colágeno, tratando as condições mais profundas como cicatrizes, flacidez e rugas.

Este é um dos tratamentos associados que mais potencializam o resultado da sua cirurgia, promovendo um rejuvenescimento global da sua face.