Skip to main content

Edema malar e festoon não são simplesmente bolsas das pálpebras. O tratamento depende da causa, anatomia e gravidade e pode exigir uma estratégia combinada e individualizada.

“Dra., você faz blefaroplastia para edema malar?”

“Dra., laser de CO2 pode retirar edema malar?”

Recebo bastante essas perguntas porque existe uma confusão muito comum entre bolsa de gordura da pálpebra inferior, edema malar e festoon.

Apesar de aparecerem em regiões próximas, não são exatamente a mesma coisa.

E essa diferença muda completamente o planejamento.

O edema malar aparece sobre a região do osso malar, abaixo da pálpebra inferior, e pode apresentar variação ao longo do dia.

Já o festoon é uma alteração mais persistente e complexa da transição entre a pálpebra inferior e a bochecha, envolvendo diferentes componentes dos tecidos.

Por isso, nem o laser de CO2 nem uma blefaroplastia inferior convencional devem ser apresentados como uma solução universal para essas condições.

Afinal, O Que É Edema Malar?

O edema malar é um acúmulo de líquido na região malar, localizada na transição entre a pálpebra inferior e a parte superior da bochecha.

Uma característica importante é que ele pode ser variável.

A pessoa pode, por exemplo, perceber maior inchaço em determinados momentos e redução em outros.

Alterações na dinâmica de líquidos e da drenagem linfática estão entre os mecanismos que podem participar desse quadro.

Mas também precisamos investigar outros fatores.

Nem todo inchaço abaixo dos olhos é simplesmente uma consequência do envelhecimento.

O Que É Festoon Malar?

O festoon, também chamado de malar mound em algumas referências, é uma alteração mais persistente dos tecidos da região infraorbital e malar.

Sua formação é complexa e pode envolver:

  • acúmulo de líquido;
  • flacidez dos tecidos;
  • alterações estruturais relacionadas ao envelhecimento;
  • mudanças no suporte do terço médio;
  • alterações da drenagem linfática.

Por isso, olhar para um festoon e pensar apenas em “retirar uma bolsa” pode simplificar demais o problema.

EDEMA MALAR, FESTOON E BOLSA PALPEBRAL SÃO A MESMA COISA?

Não.

Alteração Característica predominante
Edema malar Inchaço/flutuação de líquido na região malar
Festoon Abaulamento mais persistente envolvendo tecidos da região malar
Bolsa palpebral Proeminência relacionada às estruturas da própria pálpebra inferior
Flacidez de pele Excesso ou perda de qualidade cutânea
Sulco lacrimal Depressão anatômica que pode produzir sombra abaixo dos olhos

Uma pessoa pode, inclusive, apresentar mais de uma dessas alterações simultaneamente.

É justamente por isso que o diagnóstico vem antes da escolha da tecnologia.

Edema Malar Pode Virar Festoon?

É mais seguro não enxergar essas condições simplesmente como estágios obrigatórios de uma mesma doença.

O edema malar é caracterizado principalmente pelo componente transitório de acúmulo de líquido.

O festoon apresenta uma alteração mais persistente e pode envolver edema, flacidez e mudanças estruturais dos tecidos.

O envelhecimento pode favorecer mudanças nessa região, mas nem toda pessoa com edema malar necessariamente desenvolverá festoons.

Essa diferenciação é importante para não criar uma ideia de evolução inevitável.

Laser De CO2 Resolve Edema Malar?

Não deve ser considerado uma solução isolada ou universal.

O laser pode ter indicação para determinados componentes da região periocular, especialmente relacionados à pele e ao resurfacing.

Mas edema malar e festoon possuem mecanismos que podem ir além da superfície cutânea.

Se existe acúmulo de líquido, alteração estrutural, flacidez mais profunda ou comprometimento do suporte do terço médio, tratar somente a pele pode não abordar todos os componentes responsáveis pelo problema.

Por isso, a pergunta não deveria ser apenas:

“Laser de CO2 funciona?”

A pergunta mais importante é:

“Qual componente do meu problema queremos tratar com o laser?”

Blefaroplastia Inferior Resolve O Edema Malar?

Depende do diagnóstico e da anatomia.

Uma blefaroplastia inferior pode fazer parte do planejamento quando existem alterações palpebrais associadas.

Mas edema malar e festoon não devem ser confundidos automaticamente com as bolsas de gordura tradicionalmente abordadas em uma blefaroplastia.

Em determinados pacientes, o planejamento cirúrgico pode precisar considerar também a relação entre pálpebra inferior e terço médio da face.

Em outros, uma estratégia não cirúrgica ou combinada pode ser mais apropriada.

Portanto, não existe uma única cirurgia que possa ser indicada da mesma maneira para todos os casos.

POR QUE O TERÇO MÉDIO PRECISA SER AVALIADO?

Porque a pálpebra inferior não funciona esteticamente como uma estrutura isolada.

Ela se relaciona diretamente com a região malar.

Quando existe alteração do suporte ou posicionamento dos tecidos do terço médio, o contorno entre pálpebra e bochecha também pode mudar.

Por isso, na avaliação de uma paciente com festoon, não observo somente a pele abaixo dos cílios.

Avalio toda essa transição.

É mais um exemplo de algo que sempre explico:

o rejuvenescimento do olhar precisa ser planejado como um conjunto.

O Tratamento Pode Precisar Ser Combinado?

Sim.

A literatura atual descreve o manejo dos festoons como um desafio e reconhece diferentes possibilidades cirúrgicas e não cirúrgicas.

Dependendo do componente predominante, da intensidade e das características individuais, o planejamento pode considerar diferentes estratégias.

Isso não significa que todo paciente precise fazer vários procedimentos.

Significa que um único tratamento não deve ser prometido como solução para todos os tipos de edema malar ou festoon.

E Laser, Radiofrequência E Ultrassom?

Tecnologias baseadas em energia podem ter espaço no planejamento de determinados pacientes, especialmente quando o objetivo envolve qualidade, firmeza ou características específicas dos tecidos.

Mas não considero adequado montar uma “receita” universal.

Laser, radiofrequência, ultrassom e outras tecnologias possuem mecanismos diferentes.

A escolha precisa responder a uma alteração encontrada no exame.

Não simplesmente ao nome “festoon”.

E Os Injetáveis?

Também exigem bastante critério.

Especialmente porque nem todo aumento de volume abaixo dos olhos deve ser tratado adicionando mais volume.

Um dado importante é que a literatura oftalmológica descreve edema malar como possível complicação de determinados preenchimentos com ácido hialurônico na região do sulco lacrimal.

Por isso, antes de indicar qualquer injetável para uma região já edemaciada, é fundamental conhecer o histórico do paciente e compreender exatamente a anatomia e a causa daquela alteração.

Alimentação E Estilo De Vida Podem Influenciar?

Alguns fatores podem contribuir para retenção de líquidos ou piorar determinados quadros de edema.

Mas edema persistente ao redor dos olhos também pode apresentar outras causas.

Durante a avaliação, é importante investigar histórico médico, procedimentos anteriores, uso de preenchimentos e outras condições capazes de provocar ou agravar edema facial.

Portanto, não gosto de resumir o problema simplesmente a “comer muito sal” ou “beber pouca água”.

Precisamos descobrir a origem.

EDEMA MALAR X FESTOON: COMO PENSAR NO TRATAMENTO?

Situação encontrada O que precisa ser considerado
Edema variável Investigar fatores associados e componente de retenção
Alteração da pele Tecnologias cutâneas podem integrar o planejamento
Festoon persistente Avaliação estrutural mais ampla
Alteração do terço médio Suporte e posicionamento dos tecidos precisam ser considerados
Bolsa palpebral associada Blefaroplastia pode fazer parte da estratégia
Preenchimento anterior Avaliar possível relação com edema
Múltiplos componentes Tratamento combinado pode ser discutido

É Uma Condição Crônica?

Festoons podem ser persistentes e apresentar recorrência, e seu tratamento é reconhecidamente desafiador.

Mas isso não significa que todos os pacientes terão exatamente a mesma evolução ou precisarão obrigatoriamente de tratamentos de manutenção pelo resto da vida.

O prognóstico depende da causa, gravidade, anatomia e estratégia escolhida.

Por isso, prefiro explicar de outra maneira:

controle e acompanhamento podem fazer parte do planejamento de alguns pacientes, principalmente quando existem componentes persistentes ou recorrentes.

Por Que O Diagnóstico É Tão Importante?

Porque muitas pessoas chegam ao consultório chamando tudo de “bolsa”.

E não é tudo bolsa.

Pode existir gordura palpebral.

Edema.

Festoon.

Flacidez.

Sulco.

Alteração do terço médio.

Ou vários desses componentes juntos.

Se eu erro o diagnóstico, posso escolher uma tecnologia excelente para tratar o problema errado.

E é exatamente isso que queremos evitar.

NÃO EXISTE UMA TECNOLOGIA ÚNICA PARA TODOS OS FESTOONS

Se você tem aquele inchaço persistente sobre o ossinho da bochecha e acredita que precisa simplesmente fazer uma blefaroplastia ou passar um laser, o primeiro passo deveria ser outro.

Descobrir exatamente o que é aquela alteração.

Em alguns casos, haverá indicação cirúrgica.

Em outros, tecnologias podem fazer parte do planejamento.

E existem pacientes em que diferentes estratégias precisarão ser combinadas.

Edema malar e festoon estão entre as condições mais desafiadoras da região periocular justamente porque podem envolver diferentes estruturas e mecanismos.

Por isso, antes de escolher o tratamento, escolha o diagnóstico.

Dra. Carolina Angeloni
Oftalmologista | Especialista em Cirurgia Plástica Ocular
CRM-MT 5744 | RQE 2874

📍 Cuiabá – MT | Clínica Carolina Angeloni
📍 Cáceres – MT | Oftalmoclin – Clínica de Oftalmologia e Plástica Ocular


FAQ — EDEMA MALAR E FESTOON

1. O Que É Edema Malar?

É um inchaço localizado na região malar, abaixo da pálpebra inferior, que pode apresentar variações relacionadas ao acúmulo de líquido.

2. O Que É Festoon?

Festoon é uma alteração mais persistente da região entre a pálpebra inferior e a bochecha, podendo envolver acúmulo de líquido, flacidez e mudanças estruturais.

3. Edema Malar E Festoon São A Mesma Coisa?

Não. Embora ocorram em regiões próximas e possam compartilhar alguns componentes, o edema malar tende a apresentar maior caráter transitório, enquanto o festoon é uma alteração mais persistente e estrutural.

4. Edema Malar Sempre Evolui Para Festoon?

Não é possível afirmar que essa seja uma evolução obrigatória. As duas condições precisam ser diferenciadas durante a avaliação.

5. Laser De CO2 Elimina Festoon?

Não deve ser apresentado como solução universal. O laser pode tratar determinados componentes cutâneos, mas o festoon pode envolver alterações mais profundas e acúmulo de líquido.

6. Blefaroplastia Inferior Trata Festoon?

Pode integrar o planejamento de determinados pacientes, mas a técnica depende da anatomia e dos componentes encontrados. Alguns casos podem exigir uma abordagem mais ampla da região malar e do terço médio.

7. Preenchimento Pode Piorar Edema Malar?

Pode ocorrer. A literatura oftalmológica descreve edema malar como uma possível complicação de preenchimentos com ácido hialurônico na região do sulco lacrimal.

8. Festoon Precisa De Tratamento Combinado?

Alguns casos podem se beneficiar de estratégias combinadas, mas isso não é obrigatório para todos. A escolha depende do diagnóstico, gravidade e anatomia individual.

9. Festoon Pode Voltar Depois Do Tratamento?

Recorrência é possível. Por isso, expectativa, possibilidade de manutenção e limitações do tratamento precisam ser discutidas individualmente.

10. Como Saber Se Tenho Bolsa Palpebral Ou Edema Malar?

A localização e o comportamento do abaulamento ajudam no diagnóstico, mas a diferenciação adequada depende do exame da pálpebra inferior e da região malar.

Dra. Carolina Angeloni é Médica Oftalmologista especialista em Plástica Ocular.
CRM-MT 5744 | RQE 2874

Dra. Carolina Angeloni

Dra. Carolina Angeloni é Médica Oftalmologista especialista em Plástica Ocular. CRM-MT 5744 | RQE 2874

Lifting de supercilio

As sobrancelhas (supercílios) vêm recebendo a cada dia uma atenção especial. Sabemos como especialistas da sua importância na harmonia do olhar e impacto no resultado final da cirurgia, porém nos últimos tempos, as pacientes também já chegam sabendo quando as suas sobrancelhas precisam de um cuidado e abordagem especial.

Se elas estiverem caídas, irão passar um ar de tristeza e interferir diretamente na quantidade de pele das pálpebras superiores. Nestes casos, precisamos melhorar este posicionamento para ter um resultado mais bonito e harmônico.

Através do lifting cirúrgico conseguimos isto, com efeito natural e duradouro. E mesmo em casos onde não exista uma queda tão acentuada, conseguimos mudar o formato das sobrancelhas, arquear sem exageros, emoldurar as pálpebras de forma elegante e deixar o olhar mais feminino.

Durante a avaliação iremos discutir se isto é algo que incomoda e qual a melhor técnica, pois cada paciente tem traços únicos e a depender deles, iremos indicar qual formato de supercílio mais combina.

Blefaroplastia a laser

Sem dúvida a Blefaroplastia a Laser é uma grande evolução nas cirurgias estéticas das pálpebras. O laser de CO2 fracionado, tecnologia já consagrada, é utilizado com duas finalidades: realizar o corte cirúrgico e promover o rejuvenescimento da pele, otimizando sua recuperação e o resultado final.

O uso do laser durante a cirurgia leva a um menor sangramento, o que causa menos hematomas e inchaço no pós-operatório. Ao final da cirurgia realizamos o tratamento de toda a pele remanescente nas pálpebras e na face inteira, inclusive pescoço e colo, através do ‘resurfacing’.

Por ser um laser ablativo, cria pontos de abertura nas camadas da pele, com a vaporização da epiderme (camada mais superficial) e alcança a derme reticular (camada mais profunda). Com o processo de regeneração, estimula muito colágeno, tratando as condições mais profundas como cicatrizes, flacidez e rugas.

Este é um dos tratamentos associados que mais potencializam o resultado da sua cirurgia, promovendo um rejuvenescimento global da sua face.

Blefaroplastia inferior

As bolsas de gordura e flacidez nas pálpebras inferiores costumam ser queixas muito frequentes mesmo em pacientes mais jovens, inclusive por questões genéticas. Para este problema, temos a blefaroplastia inferior, que é a cirurgia plástica das pálpebras inferiores, onde podemos abordar estruturas profundas, com a finalidade de rejuvenescimento desta região.

Assim como as pálpebras superiores, as inferiores têm fundamental importância na manutenção da saúde ocular, no mecanismo de piscar e lubrificação ocular. Cirurgias que não preservam essa função básica resultam em muitas queixas no pós-operatório, tanto estéticas, deixando os olhos com aspecto arrendondado e repuxado, quanto funcionais, com má oclusão palpebral e exposição do globo ocular, podendo comprometer a visão.

Por isto a escolha de um profissional que seja especialista em Cirurgia Palpebral é o primeiro passo para que sua cirurgia tenha o sucesso que você almeja.

 

Blefaroplastia superior

A blefaroplastia superior tem por objetivo remover o excesso de pele e bolsas de gordura das pálpebras superiores. Durante a cirurgia também podemos moldar o contorno palpebral, posicionando esta gordura que já temos naturalmente para preencher imperfeições, realizar técnicas para maior exposição da pálpebra móvel, simetrizar a altura das pálpebras, citando apenas alguns pontos que podem ser corrigidos na mesma cirurgia.

Ao nos atentarmos a todos esses detalhes, criamos o conceito de “personalização’ da sua cirurgia. Mas muito mais do que isso, devemos lembrar sempre da principal função das nossas pálpebras: proteger nossos olhos. Nenhuma abordagem estética será mais importante do que preservar sua visão.

Ácido hialurônico

O ácido hialurônico é produzido naturalmente pelo nosso organismo e está presente na pele, em nossos olhos, nas articulações e várias outras estruturas. Sua principal função é preencher os espaços entre as células, mantendo-as hidratadas.

À medida que envelhecemos, nossa pele se torna mais fina e menos elástica, e sua capacidade de reter água é reduzida. O resultado é o aparecimento de linhas finas e rugas. Os coxins de gordura que dão volume e aspecto jovem à face atrofiam e ocorre reabsorção óssea, aparecendo sulcos mais profundos, com perda do contorno facial. Tudo isso se traduz em uma aparência cansada, envelhecida ou triste.

Quando falamos em usar o ácido hialurônico com fins estéticos, podemos indica-lo em várias concentrações, cada uma com uma finalidade: hidratar, preencher ou sustentar.

O ácido hialurônico mais fino, chamado de skinbooster, é excelente para aumentar a hidratação da pele e suavizar rugas já marcadas, que não melhoram apenas com a toxina botulínica.

Quando temos uma concentração intermediária, ele se torna excelente para preenchimento de sulcos, como nas olheiras, no bigode chinês e linhas de marionete, além de regiões onde coxins de gordura perderam seu volume, como nas têmporas.

Fios de PDO

Os fios de PDO (polidioxanona) são fios implantados na pele e absorvidos naturalmente pelo organismo, com a finalidade de estimular a produção de colágeno.

Alguns modelos também podem ter efeito de tração e sustentação, mas o grande impacto que eles causam, de forma mais duradoura, é justamente estimular um boom de colágeno, proporcionando melhora na qualidade e firmeza da pele na região em que são aplicados.

Dentro da Plástica Ocular, as regiões que tratamos são:

  • Pálpebras inferiores
  • Lateral dos olhos
  • Sobrancelhas
  • Rugas profundas da região da glabela (entre as sobrancelhas)
  • Testa

O procedimento pode ser realizado na clínica ou associado a protocolos com cirurgias das pálpebras, potencializando o efeito desejado.

 

Toxina botulínica

Mas você sabe como funciona a Toxina Botulínica?

Ela impede a contração muscular, que é responsável pelo aparecimento das rugas. Como resultado, além de disfarçar as marcas já aparentes, ainda evita o aparecimento de novas rugas e retarda a formação dos sinais de expressão, que são as linhas mais profundas que temos, geralmente na lateral dos olhos (os famosos “pés de galinha”), na testa e na glabela (que são as linhas que aparecem quando fazemos “cara de bravo”).

O que significa ‘TOXINA BOTULÍNICA PREVENTIVA’?

Quando aplicamos a toxina em uma paciente mais jovem, com a pele ainda intacta e sem rugas definitivas, evitamos que essas dobras se transformem em vincos profundos. É como se evitássemos que ocorresse uma ‘fratura’ na pele, pois uma vez que a ruga já está bem profunda, é mais difícil de tratá-la. Portanto, com a Toxina Botulínica conseguimos evitar que chegue a esse grau mais avançado.

Quais são as indicações da Toxina Botulínica na Plástica Ocular?

  • Paralisar rugas dinâmicas (as que aparecem quando fazemos as expressões faciais):
    • Rugas na testa
    • Rugas na glabela (entre as sobrancelhas)
    • Rugas perioculares (pés de galinha)
    • Rugas finas nas pálpebras inferiores
  •  Arquear as sobrancelhas e corrigir assimetrias
  • Melhorar a textura da pele
  • Espasmos musculares nas pálpebras e face

Se você já aplica Toxina Botulínica regularmente ou nunca aplicou mas quer ter esse cuidado preventivo, estou pronta para tirar todas as suas dúvidas!

Plasmage

PLASMAGE é uma tecnologia italiana de uso exclusivo médico, sendo um jato de plasma fracionado de verdade, com a finalidade de melhorar a flacidez das pálpebras superiores e inferiores e as linhas finas de expressão nessa região. Ele causa a retração da pele, o que melhora muito a flacidez e estimula colágeno na área tratada.

Sabe aquelas linhas fininhas que se formam nas pálpebras, aquelas dobrinhas de pele que deixam a maquiagem craquelada? Pois então... O Plasmage é excelente justamente para esses casos! Para quem ainda não tem indicação cirúrgica ou para quem até teria, mas que por motivos pessoais quer uma alternativa para postergar um procedimento cirúrgico.

Independente da idade, a partir do momento que o aspecto das suas pálpebras começa a te incomodar, já podemos aplicar o PLASMAGE.

Programamos até 2 sessões, a depender do nível de flacidez de cada caso. Cada sessão leva em torno de 30 minutos para tratar as 4 pálpebras. Podemos também tratar a região do supercílio para causar um efeito de arqueamento e remover lesões palpebrais, como xantelasma e pequenos fibromas. É realizado com anestesia tópica ou local, a depender do nível de tolerância de dor de cada paciente.

O Plasmage é contra-indicado para gestantes, pacientes com pele negra e com tendência a formação de cicatrizes hipertróficas, queloides ou hiperpigmentação, como melasma.

Nos primeiros dias após a aplicação, a região fica mais inchadinha e vermelha e no 3o dia já pode usar maquiagem. O tempo de recuperação, que chamamos de downtime é extremamente rápido, pois você não precisa se ausentar do trabalho. Com 5 a 7 dias as crostas caem e com 30 dias após a 1a sessão já notamos o resultado. O principal cuidado é usar os cremes prescritos e ter muito cuidado com a exposição ao sol, para não manchar a região tratada.

O procedimento pode ser realizado na clínica ou associado a protocolos com cirurgias das pálpebras, potencializando o efeito desejado.

 

Ultrassom microfocado

O ultrassom micro e macrofocado é uma tecnologia já estabelecida no mundo da estética, que veio evoluindo com diferentes plataformas ao longo dos anos. A energia acústica gerada é convertida em calor e são criados pontos de coagulação em todas as camadas que recebem o estímulo.

Pele, músculo e gordura: com diferentes ponteiras para diferentes profundidades, conseguimos estimular todas estas estruturas na mesma sessão. O resultado vai além do estímulo de colágeno: é visto o efeito de lifting e afinamento da face, remodelando assim o contorno facial.

Na clínica temos o Atria, que chegou para revolucionar conceitos e ampliar possibilidades terapêuticas, levando a um avanço nos resultados clínicos.

Inédita e fruto de anos de pesquisa tecnológica, esta plataforma de ultrassom micro e macrofocado permite que maiores energias possam ser empregadas de forma mais segura e confortável, sem dor alguma. Seu diferencial, além do conforto, são os formatos de ponteiras:

-Atria® Scan – eficiência e a segurança do ultrassom focado por scanner;

-Atria® Pen – conforto e a comodidade da caneta de ultrassom para tratamentos faciais e de áreas mais delicadas, como contorno dos olhos e sobrancelhas.

Com ele podemos tratar:

  • Pálpebras
  • Frontal
  • Lifting de face (bigode chinês e linha de marionete) e pescoço
  • Submento (papada)
  • Contorno da mandíbula

Após a sessão já podemos ver os resultados, que se tornam mais evidentes ao longo de 30-60 dias. Pode ser realizado mesmo em pacientes jovens que já notam sinais de envelhecimento, com aspecto de “derretimento” da face, e claro, como manutenção após a realização das cirurgias palpebrofaciais.

 

Laser CO2

Sem dúvida a Blefaroplastia a Laser é uma grande evolução nas cirurgias estéticas das pálpebras. O laser de CO2 fracionado, tecnologia já consagrada, é utilizado com duas finalidades: realizar o corte cirúrgico e promover o rejuvenescimento da pele, otimizando sua recuperação e o resultado final.

O uso do laser durante a cirurgia leva a um menor sangramento, o que causa menos hematomas e inchaço no pós-operatório. Ao final da cirurgia realizamos o tratamento de toda a pele remanescente nas pálpebras e na face inteira, inclusive pescoço e colo, através do ‘resurfacing’.

Por ser um laser ablativo, cria pontos de abertura nas camadas da pele, com a vaporização da epiderme (camada mais superficial) e alcança a derme reticular (camada mais profunda). Com o processo de regeneração, estimula muito colágeno, tratando as condições mais profundas como cicatrizes, flacidez e rugas.

Este é um dos tratamentos associados que mais potencializam o resultado da sua cirurgia, promovendo um rejuvenescimento global da sua face.