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Pequenas assimetrias entre olhos, pálpebras e sobrancelhas são naturais. Na blefaroplastia, o objetivo não é fabricar uma simetria perfeita, mas identificar diferenças relevantes, entender suas causas e buscar mais equilíbrio sem apagar a identidade do olhar.

Talvez você nunca tenha reparado.

Mas fique alguns segundos diante do espelho e observe um olho de cada vez.

Uma sobrancelha pode estar discretamente mais alta. O sulco de uma pálpebra talvez seja mais marcado. Além disso, um dos olhos pode parecer um pouco mais aberto que o outro.

Isso não significa, necessariamente, que exista algo errado.

O rosto humano apresenta assimetrias.

O problema começa quando alguém transforma uma característica anatômica normal em defeito — ou, pior, quando entra em uma cirurgia acreditando que sairá dela com dois lados matematicamente idênticos.

Na minha avaliação para blefaroplastia, prefiro trabalhar de outra maneira.

Primeiro identificamos as diferenças que já existem. Depois, investigamos suas causas. Só então conversamos sobre aquilo que pode ser suavizado e sobre o que pertence à anatomia daquela paciente e precisa ser respeitado.

POR QUE UM OLHO PODE PARECER DIFERENTE DO OUTRO?

Porque aquilo que chamamos simplesmente de “olho” é visualmente influenciado por várias estruturas.

A percepção pode mudar conforme:

Consequentemente, dizer apenas “meu olho esquerdo é menor” ainda não estabelece um diagnóstico.

A pergunta seguinte precisa ser:

por que ele parece menor?

Essa investigação faz diferença porque causas diferentes não deveriam receber automaticamente o mesmo tratamento.

ASSIMETRIA DOS OLHOS É NORMAL?

Algum grau de assimetria facial é esperado.

Isso também aparece na região periocular.

Aliás, uma das situações mais interessantes acontece quando mostro uma fotografia pré-operatória para a paciente e aponto uma diferença que sempre esteve ali.

Ela responde:

“Doutora, eu nunca tinha percebido.”

Depois que percebe, porém, fica difícil deixar de enxergar.

Por isso, documentar e conversar sobre assimetrias antes da cirurgia tem uma função muito prática: estabelecer qual era o ponto de partida.

POR QUE A CONSULTA PRECISA ACONTECER ANTES DE FALAR EM “CORRIGIR”?

Porque nem toda assimetria tem a mesma origem.

Considere três pacientes dizendo:

“Um dos meus olhos parece mais fechado.”

Na primeira, a diferença pode estar relacionada à posição da sobrancelha.

Na segunda, pode existir uma diferença entre as próprias pálpebras.

Já na terceira, a anatomia facial pode simplesmente apresentar uma assimetria estável que sempre esteve presente.

A queixa é parecida.

Entretanto, o raciocínio necessário para compreendê-la é diferente.

Esse é um exemplo de por que uma boa avaliação não deveria começar escolhendo uma técnica.

Ela começa procurando a causa.

BLEFAROPLASTIA CONSEGUE CORRIGIR ASSIMETRIA?

Em determinados casos, o planejamento cirúrgico pode melhorar assimetrias relevantes.

Porém, a resposta correta não é simplesmente “sim”.

É:

depende da origem da assimetria e do que a cirurgia proposta consegue modificar.

Uma diferença relacionada ao excesso cutâneo não é igual a uma alteração de posição da sobrancelha. Da mesma maneira, uma diferença do sulco palpebral não deve ser interpretada automaticamente como excesso de pele.

Portanto, antes de prometer correção, precisamos localizar a estrutura responsável.

Queixa da paciente O que precisa ser investigado
“Um olho parece menor” Abertura palpebral, sobrancelha, sulco e anatomia
“Tenho mais pele de um lado” Distribuição cutânea e posição da sobrancelha
“Uma sobrancelha está mais alta” Posição e dinâmica do supercílio
“Um sulco é diferente do outro” Anatomia palpebral e histórico individual
“Quero deixar os dois lados iguais” Origem da diferença e limites reais da cirurgia

A tabela parece simples. Contudo, ela revela algo importante: a mesma palavra — assimetria — pode representar problemas completamente diferentes.

O ESPELHO PODE ENGANAR?

Pode, principalmente quando começamos a procurar diferenças obsessivamente.

Iluminação, expressão facial, posição da cabeça e até o ângulo da fotografia podem alterar nossa percepção.

Além disso, selfies feitas muito próximas ao rosto podem produzir distorções de perspectiva.

Por esse motivo, a avaliação médica não deveria depender de uma única selfie ou da impressão obtida em determinado ângulo.

Eu observo o conjunto.

Comparo os lados.

Analiso as estruturas.

Registro o pré-operatório.

E, principalmente, tento descobrir se aquela diferença é realmente uma alteração tratável ou apenas uma característica natural da paciente.

UM ERRO IMPORTANTE: DESCOBRIR A ASSIMETRIA SOMENTE DEPOIS DA CIRURGIA

Existe uma situação que merece atenção.

Antes da cirurgia, a paciente está concentrada naquilo que mais incomoda — por exemplo, excesso de pele.

Depois que essa característica melhora, uma assimetria previamente existente pode ficar mais perceptível para ela.

Não necessariamente porque a cirurgia criou aquela diferença.

Às vezes, simplesmente porque o principal elemento que desviava sua atenção deixou de existir.

Por isso, durante a avaliação, gosto de mostrar as diferenças que já estão presentes.

Essa conversa ajuda a construir expectativas mais realistas e também permite planejar melhor aquilo que realmente pode ser abordado.

NATURALIDADE NÃO É SIMETRIA MATEMÁTICA

Se desenhássemos uma linha vertical no centro do rosto e tentássemos transformar um lado em uma cópia exata do outro, provavelmente perderíamos parte daquilo que torna aquela pessoa reconhecível.

Naturalidade funciona de outra maneira.

Ela aceita pequenas diferenças.

Respeita proporções.

Preserva características individuais.

E busca corrigir aquilo que realmente causa desequilíbrio ou incômodo quando existe uma indicação adequada.

Equilíbrio não significa clonagem entre os dois lados.

Essa distinção é especialmente importante na cirurgia das pálpebras, onde diferenças de poucos milímetros podem ser percebidas.

POR QUE NÃO É CORRETO PROMETER “SIMETRIA PERFEITA”?

Porque cirurgia trabalha com tecidos biológicos, não com desenho vetorial.

Mesmo quando planejamos cuidadosamente os dois lados, existem variáveis individuais relacionadas à anatomia e ao processo de cicatrização.

Além disso, o ponto inicial já pode ser assimétrico.

Portanto, prometer que dois olhos ficarão absolutamente idênticos cria uma expectativa que não corresponde à realidade biológica.

Na consulta, considero mais útil discutir três pontos:

O que existe hoje?

Conseguimos tratar?

O que provavelmente permanecerá como característica anatômica?

Essa conversa é muito mais valiosa do que uma promessa de perfeição.

QUANDO A ASSIMETRIA MERECE UMA INVESTIGAÇÃO ALÉM DA ESTÉTICA?

Nem toda diferença entre os olhos deveria ser interpretada como uma questão cosmética.

Se uma mudança apareceu recentemente, está progredindo ou vem acompanhada de sintomas, a investigação precisa considerar outras causas.

Uma queda verdadeira da pálpebra, por exemplo, não é simplesmente “mais pele de um lado”.

Da mesma forma, alterações da posição palpebral podem exigir diagnóstico específico.

Esse é outro motivo pelo qual diagnóstico vem antes da cirurgia estética.

COMO EU AVALIO ASSIMETRIA ANTES DA BLEFAROPLASTIA?

Na prática, a análise precisa responder a algumas perguntas.

1. A diferença sempre existiu?

Fotografias antigas podem ajudar bastante nessa etapa.

2. A assimetria está na pálpebra ou fora dela?

Sobrancelhas e outras estruturas também modificam a percepção dos olhos.

3. Existe uma alteração funcional?

Posição e funcionamento das pálpebras precisam ser avaliados, não apenas sua aparência.

4. A cirurgia proposta consegue tratar a causa?

Nem toda assimetria será corrigida por blefaroplastia.

5. Qual diferença pode permanecer?

Essa talvez seja uma das conversas mais importantes antes do procedimento.

O QUE LEVAR PARA A CONSULTA SE VOCÊ PERCEBE UM OLHO DIFERENTE DO OUTRO?

Se a assimetria incomoda, fotografias antigas podem ser particularmente úteis.

Leve, quando possível:

  • fotos de alguns anos atrás;
  • imagens anteriores a procedimentos estéticos;
  • informações sobre cirurgias prévias;
  • histórico de preenchimentos ou toxina botulínica;
  • descrição de quando percebeu a diferença.

Além disso, explique o que exatamente chama sua atenção.

“Meu olho é diferente” é um começo.

“Percebo que minha sobrancelha direita fica mais alta nas fotografias” oferece uma pista muito mais específica.

O OBJETIVO NÃO É TRANSFORMAR VOCÊ EM OUTRA PESSOA

Depois que você terminar de ler este artigo, provavelmente vai se olhar no espelho.

E talvez descubra uma sobrancelha um pouco mais alta.

Um sulco diferente.

Ou um olho discretamente mais aberto.

Não transforme automaticamente essa descoberta em um defeito.

Se existe uma diferença que realmente incomoda, podemos avaliá-la, investigar sua origem e conversar sobre o que é possível suavizar.

Entretanto, uma cirurgia bem planejada não deveria perseguir uma perfeição geométrica inexistente.

Naturalidade não é apagar todas as assimetrias.

É alcançar mais equilíbrio respeitando aquilo que faz seu olhar continuar sendo seu.

Dra. Carolina Angeloni
Oftalmologista | Especialista em Cirurgia Plástica Ocular
CRM-MT 5744 | RQE 2874

📍 Cuiabá – MT | Clínica Carolina Angeloni
📍 Cáceres – MT | Oftalmoclin – Clínica de Oftalmologia e Plástica Ocular


FAQ — ASSIMETRIA DOS OLHOS E BLEFAROPLASTIA

1. É Normal Ter Um Olho Diferente Do Outro?

Pequenas assimetrias entre os lados da face são comuns. Entretanto, diferenças novas, progressivas ou acompanhadas de outros sintomas merecem avaliação médica.

2. Blefaroplastia Deixa Os Dois Olhos Iguais?

Não é adequado prometer simetria absoluta. A cirurgia pode melhorar determinadas assimetrias quando suas causas são compatíveis com a técnica proposta.

3. Uma Sobrancelha Mais Alta Pode Fazer Um Olho Parecer Diferente?

Sim. A posição das sobrancelhas interfere na aparência do terço superior e precisa ser considerada durante a avaliação periocular.

4. Blefaroplastia Corrige Sobrancelhas Assimétricas?

Blefaroplastia e procedimentos destinados à posição da sobrancelha não são a mesma coisa. Primeiro é necessário identificar qual estrutura produz a diferença.

5. Um Olho Mais Fechado Significa Excesso De Pele?

Não necessariamente. Diferentes fatores podem modificar a abertura aparente dos olhos. Portanto, diagnóstico é necessário antes de indicar tratamento.

6. Assimetria Pode Existir Antes Da Cirurgia E Ser Percebida Apenas Depois?

Sim. Uma característica preexistente pode passar despercebida antes do procedimento e tornar-se mais perceptível posteriormente. Por isso, a documentação pré-operatória é importante.

7. Fotos Antigas Ajudam Na Avaliação?

Podem ajudar bastante, principalmente para determinar se uma diferença sempre existiu ou apareceu posteriormente.

8. É Possível Melhorar Um Sulco Palpebral Mais Marcado De Um Lado?

Dependendo da causa, determinadas diferenças podem ser consideradas no planejamento. A indicação, entretanto, depende da avaliação individual.

9. Toda Assimetria Precisa Ser Corrigida?

Não. Algumas diferenças pertencem à anatomia individual e não representam doença ou necessidade de tratamento.

10. Qual É O Objetivo Da Blefaroplastia Quando Existe Assimetria?

Buscar equilíbrio dentro dos limites da anatomia e da indicação cirúrgica, preservando função e identidade, em vez de prometer dois lados perfeitamente idênticos.

Dra. Carolina Angeloni é Médica Oftalmologista especialista em Plástica Ocular.
CRM-MT 5744 | RQE 2874

Dra. Carolina Angeloni

Dra. Carolina Angeloni é Médica Oftalmologista especialista em Plástica Ocular. CRM-MT 5744 | RQE 2874

Lifting de supercilio

As sobrancelhas (supercílios) vêm recebendo a cada dia uma atenção especial. Sabemos como especialistas da sua importância na harmonia do olhar e impacto no resultado final da cirurgia, porém nos últimos tempos, as pacientes também já chegam sabendo quando as suas sobrancelhas precisam de um cuidado e abordagem especial.

Se elas estiverem caídas, irão passar um ar de tristeza e interferir diretamente na quantidade de pele das pálpebras superiores. Nestes casos, precisamos melhorar este posicionamento para ter um resultado mais bonito e harmônico.

Através do lifting cirúrgico conseguimos isto, com efeito natural e duradouro. E mesmo em casos onde não exista uma queda tão acentuada, conseguimos mudar o formato das sobrancelhas, arquear sem exageros, emoldurar as pálpebras de forma elegante e deixar o olhar mais feminino.

Durante a avaliação iremos discutir se isto é algo que incomoda e qual a melhor técnica, pois cada paciente tem traços únicos e a depender deles, iremos indicar qual formato de supercílio mais combina.

Blefaroplastia a laser

Sem dúvida a Blefaroplastia a Laser é uma grande evolução nas cirurgias estéticas das pálpebras. O laser de CO2 fracionado, tecnologia já consagrada, é utilizado com duas finalidades: realizar o corte cirúrgico e promover o rejuvenescimento da pele, otimizando sua recuperação e o resultado final.

O uso do laser durante a cirurgia leva a um menor sangramento, o que causa menos hematomas e inchaço no pós-operatório. Ao final da cirurgia realizamos o tratamento de toda a pele remanescente nas pálpebras e na face inteira, inclusive pescoço e colo, através do ‘resurfacing’.

Por ser um laser ablativo, cria pontos de abertura nas camadas da pele, com a vaporização da epiderme (camada mais superficial) e alcança a derme reticular (camada mais profunda). Com o processo de regeneração, estimula muito colágeno, tratando as condições mais profundas como cicatrizes, flacidez e rugas.

Este é um dos tratamentos associados que mais potencializam o resultado da sua cirurgia, promovendo um rejuvenescimento global da sua face.

Blefaroplastia inferior

As bolsas de gordura e flacidez nas pálpebras inferiores costumam ser queixas muito frequentes mesmo em pacientes mais jovens, inclusive por questões genéticas. Para este problema, temos a blefaroplastia inferior, que é a cirurgia plástica das pálpebras inferiores, onde podemos abordar estruturas profundas, com a finalidade de rejuvenescimento desta região.

Assim como as pálpebras superiores, as inferiores têm fundamental importância na manutenção da saúde ocular, no mecanismo de piscar e lubrificação ocular. Cirurgias que não preservam essa função básica resultam em muitas queixas no pós-operatório, tanto estéticas, deixando os olhos com aspecto arrendondado e repuxado, quanto funcionais, com má oclusão palpebral e exposição do globo ocular, podendo comprometer a visão.

Por isto a escolha de um profissional que seja especialista em Cirurgia Palpebral é o primeiro passo para que sua cirurgia tenha o sucesso que você almeja.

 

Blefaroplastia superior

A blefaroplastia superior tem por objetivo remover o excesso de pele e bolsas de gordura das pálpebras superiores. Durante a cirurgia também podemos moldar o contorno palpebral, posicionando esta gordura que já temos naturalmente para preencher imperfeições, realizar técnicas para maior exposição da pálpebra móvel, simetrizar a altura das pálpebras, citando apenas alguns pontos que podem ser corrigidos na mesma cirurgia.

Ao nos atentarmos a todos esses detalhes, criamos o conceito de “personalização’ da sua cirurgia. Mas muito mais do que isso, devemos lembrar sempre da principal função das nossas pálpebras: proteger nossos olhos. Nenhuma abordagem estética será mais importante do que preservar sua visão.

Ácido hialurônico

O ácido hialurônico é produzido naturalmente pelo nosso organismo e está presente na pele, em nossos olhos, nas articulações e várias outras estruturas. Sua principal função é preencher os espaços entre as células, mantendo-as hidratadas.

À medida que envelhecemos, nossa pele se torna mais fina e menos elástica, e sua capacidade de reter água é reduzida. O resultado é o aparecimento de linhas finas e rugas. Os coxins de gordura que dão volume e aspecto jovem à face atrofiam e ocorre reabsorção óssea, aparecendo sulcos mais profundos, com perda do contorno facial. Tudo isso se traduz em uma aparência cansada, envelhecida ou triste.

Quando falamos em usar o ácido hialurônico com fins estéticos, podemos indica-lo em várias concentrações, cada uma com uma finalidade: hidratar, preencher ou sustentar.

O ácido hialurônico mais fino, chamado de skinbooster, é excelente para aumentar a hidratação da pele e suavizar rugas já marcadas, que não melhoram apenas com a toxina botulínica.

Quando temos uma concentração intermediária, ele se torna excelente para preenchimento de sulcos, como nas olheiras, no bigode chinês e linhas de marionete, além de regiões onde coxins de gordura perderam seu volume, como nas têmporas.

Fios de PDO

Os fios de PDO (polidioxanona) são fios implantados na pele e absorvidos naturalmente pelo organismo, com a finalidade de estimular a produção de colágeno.

Alguns modelos também podem ter efeito de tração e sustentação, mas o grande impacto que eles causam, de forma mais duradoura, é justamente estimular um boom de colágeno, proporcionando melhora na qualidade e firmeza da pele na região em que são aplicados.

Dentro da Plástica Ocular, as regiões que tratamos são:

  • Pálpebras inferiores
  • Lateral dos olhos
  • Sobrancelhas
  • Rugas profundas da região da glabela (entre as sobrancelhas)
  • Testa

O procedimento pode ser realizado na clínica ou associado a protocolos com cirurgias das pálpebras, potencializando o efeito desejado.

 

Toxina botulínica

Mas você sabe como funciona a Toxina Botulínica?

Ela impede a contração muscular, que é responsável pelo aparecimento das rugas. Como resultado, além de disfarçar as marcas já aparentes, ainda evita o aparecimento de novas rugas e retarda a formação dos sinais de expressão, que são as linhas mais profundas que temos, geralmente na lateral dos olhos (os famosos “pés de galinha”), na testa e na glabela (que são as linhas que aparecem quando fazemos “cara de bravo”).

O que significa ‘TOXINA BOTULÍNICA PREVENTIVA’?

Quando aplicamos a toxina em uma paciente mais jovem, com a pele ainda intacta e sem rugas definitivas, evitamos que essas dobras se transformem em vincos profundos. É como se evitássemos que ocorresse uma ‘fratura’ na pele, pois uma vez que a ruga já está bem profunda, é mais difícil de tratá-la. Portanto, com a Toxina Botulínica conseguimos evitar que chegue a esse grau mais avançado.

Quais são as indicações da Toxina Botulínica na Plástica Ocular?

  • Paralisar rugas dinâmicas (as que aparecem quando fazemos as expressões faciais):
    • Rugas na testa
    • Rugas na glabela (entre as sobrancelhas)
    • Rugas perioculares (pés de galinha)
    • Rugas finas nas pálpebras inferiores
  •  Arquear as sobrancelhas e corrigir assimetrias
  • Melhorar a textura da pele
  • Espasmos musculares nas pálpebras e face

Se você já aplica Toxina Botulínica regularmente ou nunca aplicou mas quer ter esse cuidado preventivo, estou pronta para tirar todas as suas dúvidas!

Plasmage

PLASMAGE é uma tecnologia italiana de uso exclusivo médico, sendo um jato de plasma fracionado de verdade, com a finalidade de melhorar a flacidez das pálpebras superiores e inferiores e as linhas finas de expressão nessa região. Ele causa a retração da pele, o que melhora muito a flacidez e estimula colágeno na área tratada.

Sabe aquelas linhas fininhas que se formam nas pálpebras, aquelas dobrinhas de pele que deixam a maquiagem craquelada? Pois então... O Plasmage é excelente justamente para esses casos! Para quem ainda não tem indicação cirúrgica ou para quem até teria, mas que por motivos pessoais quer uma alternativa para postergar um procedimento cirúrgico.

Independente da idade, a partir do momento que o aspecto das suas pálpebras começa a te incomodar, já podemos aplicar o PLASMAGE.

Programamos até 2 sessões, a depender do nível de flacidez de cada caso. Cada sessão leva em torno de 30 minutos para tratar as 4 pálpebras. Podemos também tratar a região do supercílio para causar um efeito de arqueamento e remover lesões palpebrais, como xantelasma e pequenos fibromas. É realizado com anestesia tópica ou local, a depender do nível de tolerância de dor de cada paciente.

O Plasmage é contra-indicado para gestantes, pacientes com pele negra e com tendência a formação de cicatrizes hipertróficas, queloides ou hiperpigmentação, como melasma.

Nos primeiros dias após a aplicação, a região fica mais inchadinha e vermelha e no 3o dia já pode usar maquiagem. O tempo de recuperação, que chamamos de downtime é extremamente rápido, pois você não precisa se ausentar do trabalho. Com 5 a 7 dias as crostas caem e com 30 dias após a 1a sessão já notamos o resultado. O principal cuidado é usar os cremes prescritos e ter muito cuidado com a exposição ao sol, para não manchar a região tratada.

O procedimento pode ser realizado na clínica ou associado a protocolos com cirurgias das pálpebras, potencializando o efeito desejado.

 

Ultrassom microfocado

O ultrassom micro e macrofocado é uma tecnologia já estabelecida no mundo da estética, que veio evoluindo com diferentes plataformas ao longo dos anos. A energia acústica gerada é convertida em calor e são criados pontos de coagulação em todas as camadas que recebem o estímulo.

Pele, músculo e gordura: com diferentes ponteiras para diferentes profundidades, conseguimos estimular todas estas estruturas na mesma sessão. O resultado vai além do estímulo de colágeno: é visto o efeito de lifting e afinamento da face, remodelando assim o contorno facial.

Na clínica temos o Atria, que chegou para revolucionar conceitos e ampliar possibilidades terapêuticas, levando a um avanço nos resultados clínicos.

Inédita e fruto de anos de pesquisa tecnológica, esta plataforma de ultrassom micro e macrofocado permite que maiores energias possam ser empregadas de forma mais segura e confortável, sem dor alguma. Seu diferencial, além do conforto, são os formatos de ponteiras:

-Atria® Scan – eficiência e a segurança do ultrassom focado por scanner;

-Atria® Pen – conforto e a comodidade da caneta de ultrassom para tratamentos faciais e de áreas mais delicadas, como contorno dos olhos e sobrancelhas.

Com ele podemos tratar:

  • Pálpebras
  • Frontal
  • Lifting de face (bigode chinês e linha de marionete) e pescoço
  • Submento (papada)
  • Contorno da mandíbula

Após a sessão já podemos ver os resultados, que se tornam mais evidentes ao longo de 30-60 dias. Pode ser realizado mesmo em pacientes jovens que já notam sinais de envelhecimento, com aspecto de “derretimento” da face, e claro, como manutenção após a realização das cirurgias palpebrofaciais.

 

Laser CO2

Sem dúvida a Blefaroplastia a Laser é uma grande evolução nas cirurgias estéticas das pálpebras. O laser de CO2 fracionado, tecnologia já consagrada, é utilizado com duas finalidades: realizar o corte cirúrgico e promover o rejuvenescimento da pele, otimizando sua recuperação e o resultado final.

O uso do laser durante a cirurgia leva a um menor sangramento, o que causa menos hematomas e inchaço no pós-operatório. Ao final da cirurgia realizamos o tratamento de toda a pele remanescente nas pálpebras e na face inteira, inclusive pescoço e colo, através do ‘resurfacing’.

Por ser um laser ablativo, cria pontos de abertura nas camadas da pele, com a vaporização da epiderme (camada mais superficial) e alcança a derme reticular (camada mais profunda). Com o processo de regeneração, estimula muito colágeno, tratando as condições mais profundas como cicatrizes, flacidez e rugas.

Este é um dos tratamentos associados que mais potencializam o resultado da sua cirurgia, promovendo um rejuvenescimento global da sua face.