Skip to main content

Escolhi a Oculoplástica porque encontrei nela a união entre saúde ocular, função das pálpebras, precisão cirúrgica e a delicadeza de cuidar da expressão. Na região dos olhos não existe apenas estética. Existe identidade, história e uma parte muito particular da maneira como cada pessoa se reconhece.

Existem escolhas profissionais que fazemos depois de analisar possibilidades.

E existem aquelas que, quando aparecem, provocam uma sensação diferente:

“É aqui que eu deveria estar.”

Foi assim comigo quando a Oftalmologia me apresentou a Oculoplástica.

Quanto mais eu conhecia a especialidade, mais entendia que havia encontrado uma área que reunia muitas das coisas que sempre fizeram sentido para mim como médica: conhecimento oftalmológico, anatomia, função, cirurgia, delicadeza e atenção aos detalhes.

Mas havia algo além da técnica.

Eu estava diante de uma região pequena em tamanho e imensa em significado.

O olhar.

AFINAL, O QUE É OCULOPLÁSTICA?

A Oculoplástica, também conhecida como Cirurgia Plástica Ocular, é uma área da Oftalmologia dedicada ao diagnóstico e tratamento de alterações das pálpebras, região periocular, vias lacrimais e órbita.

Portanto, embora a blefaroplastia seja provavelmente um dos procedimentos mais conhecidos pelo público, a especialidade é muito mais ampla.

Essa formação oftalmológica tem um significado especial para mim.

Quando olho para uma pálpebra, não consigo enxergá-la somente como uma estrutura estética.

Ela pisca.

Protege a superfície ocular.

Participa da distribuição do filme lacrimal.

Precisa abrir e fechar adequadamente.

Ao mesmo tempo, influencia profundamente nossa expressão.

É justamente nesse encontro entre função e estética que encontrei meu lugar.

POR QUE A REGIÃO DOS OLHOS CARREGA TANTA IDENTIDADE?

Pense nas pessoas que você ama.

Provavelmente você reconheceria muitas delas apenas pelo olhar.

Os olhos e as estruturas ao redor deles participam da maneira como demonstramos alegria, preocupação, surpresa, cansaço e tantas outras emoções.

Além disso, com o passar dos anos, os tecidos dessa região também mudam.

Pele, volume, posição das sobrancelhas, bolsas palpebrais e outras características podem modificar progressivamente aquilo que vemos no espelho.

Então surge uma frase que escuto de maneiras diferentes no consultório:

“Eu não me reconheço mais como antes.”

Nem sempre essa sensação significa que a pessoa deseja parecer mais jovem a qualquer custo.

Muitas vezes, ela quer simplesmente que sua aparência volte a conversar com a maneira como se sente.

DEVOLVER O QUE O TEMPO LEVOU NÃO SIGNIFICA VOLTAR NO TEMPO

Essa diferença é fundamental.

Nenhuma cirurgia consegue — ou deveria prometer — interromper o envelhecimento.

Quando falo sobre devolver algo que minhas pacientes sentem ter perdido para o tempo, estou falando de outra coisa.

Pode ser a percepção de um olhar mais descansado.

Pode ser a redução daquela sensação de peso provocada por determinadas alterações palpebrais.

Em outros casos, é reencontrar um contorno que ficou menos definido ao longo dos anos.

O tratamento precisa partir da anatomia atual, da história daquela paciente e daquilo que realmente possui indicação.

Não quero reconstruir um rosto do passado. Quero cuidar do rosto que existe hoje.

POR QUE SER OFTALMOLOGISTA FAZ PARTE DA MINHA MANEIRA DE ENXERGAR A BLEFAROPLASTIA?

Porque a pálpebra não termina onde começa a preocupação estética.

Antes de uma cirurgia, preciso observar aquilo que aparece e também aquilo que funciona.

Avalio, conforme cada caso, aspectos relacionados à posição palpebral, fechamento dos olhos, superfície ocular, dinâmica do piscar, sobrancelhas, assimetrias e demais características que possam interferir no planejamento.

Por isso, uma consulta de Oculoplástica não deveria se resumir à pergunta:

“Quanto de pele vamos retirar?”

Existem perguntas anteriores.

De onde vem essa sensação de peso?

A alteração é realmente causada pelo excesso cutâneo?

Como está a posição da sobrancelha?

Existe assimetria prévia?

Como estão as pálpebras funcionalmente?

O que podemos modificar?

E, principalmente:

o que precisamos preservar?

O QUE UMA PACIENTE PROCURA QUANDO DIZ QUE QUER “REJUVENESCER O OLHAR”?

Essa frase pode significar coisas completamente diferentes.

O que a paciente diz O que preciso compreender
“Meu olhar está cansado” Qual estrutura produz essa aparência?
“Minha pálpebra pesa” É pele, sobrancelha, posição palpebral ou uma combinação?
“Tenho bolsas” Qual é a anatomia da pálpebra inferior?
“Um olho parece diferente” A assimetria está onde? Ela sempre existiu?
“Quero voltar a parecer eu mesma” Qual mudança realmente incomoda essa paciente?
“Quero ficar natural” O que deve ser tratado e, sobretudo, preservado?

É por isso que não acredito em uma blefaroplastia igual para todos.

A técnica começa depois do diagnóstico, não antes.

CADA CONSULTA ME LEMBRA POR QUE ESCOLHI ESSA ESPECIALIDADE

Há uma parte da Medicina que os livros ensinam.

Existe outra que aprendemos ouvindo.

Quando uma paciente começa a explicar por que procurou meu consultório, frequentemente ela não fala apenas de pele, bolsas ou rugas.

Ela conta histórias.

Mostra fotografias antigas.

Explica quando começou a evitar determinadas fotos.

Diz que parece cansada mesmo quando dormiu bem.

Ou simplesmente fala:

“Doutora, quero continuar parecendo eu.”

Essa frase tem um peso enorme para mim.

Porque me lembra que não estou tratando uma fotografia isolada.

Estou cuidando de alguém que possui uma história com aquele rosto.

POR QUE NATURALIDADE SE TORNOU TÃO IMPORTANTE NA MINHA PRÁTICA?

Porque uma cirurgia pode modificar estruturas sem apagar identidade.

Naturalidade, para mim, não significa fazer pouco.

Significa fazer aquilo que aquela anatomia pede e evitar aquilo de que ela não precisa.

Às vezes, milímetros fazem diferença.

Em outros casos, preservar determinado volume é mais importante do que removê-lo.

Além disso, existem situações nas quais aquilo que a paciente imaginava precisar de cirurgia possui outra origem e exige outra estratégia.

Essa capacidade de dizer “sim”, “não” ou “não dessa maneira” também faz parte do cuidado.

NÃO EXISTE UM ÚNICO “OLHAR BONITO”

Esse talvez seja um dos conceitos que mais orientam minha forma de trabalhar.

Eu não quero que minhas pacientes saiam do consultório parecendo versões umas das outras.

Olhos apresentam formatos diferentes.

Sobrancelhas têm posições diferentes.

Existem assimetrias naturais.

Sulcos, volumes e proporções também variam.

Portanto, não faz sentido estabelecer um único desenho como destino para todas as pacientes.

A beleza do olhar não está na padronização.

Está na coerência.

OCULOPLÁSTICA TAMBÉM É SABER QUANDO NÃO MEXER

A Medicina não deveria medir qualidade pela quantidade de procedimentos realizados.

Existem estruturas que precisam ser tratadas.

Outras devem ser preservadas.

E há características que simplesmente pertencem à anatomia daquela pessoa.

Essa distinção é especialmente importante ao redor dos olhos.

Uma pequena assimetria não é automaticamente um defeito.

Uma bolsa palpebral não deve ser abordada da mesma maneira em todos.

Da mesma forma, retirar mais pele não significa produzir um resultado melhor.

O planejamento exige técnica, mas também exige limite.

Às vezes, a decisão mais sofisticada é justamente preservar.

O QUE A OCULOPLÁSTICA ME ENSINOU SOBRE ENVELHECER?

Que envelhecimento não precisa ser tratado como uma batalha contra o tempo.

Prefiro enxergá-lo como uma transformação anatômica que precisa ser compreendida antes de qualquer intervenção.

Minha paciente não precisa ter 20 anos novamente.

Ela precisa continuar se reconhecendo.

Por isso, quando existe indicação para blefaroplastia ou outro tratamento da região periocular, procuro construir o planejamento a partir da pessoa que está diante de mim — não de uma referência padronizada de juventude.

NÃO BASTOU EU ESCOLHER A OCULOPLÁSTICA

Quando olho para minha trajetória, gosto de pensar que houve uma escolha dos dois lados.

Eu escolhi estudar essa região.

Escolhi aprofundar minha atuação nas pálpebras e no olhar.

Escolhi a precisão, os detalhes e a responsabilidade de trabalhar tão perto de uma estrutura essencial para a visão.

Entretanto, cada consulta acrescentou outra camada a essa escolha.

Cada paciente me mostrou que por trás de uma queixa aparentemente estética existe uma história.

Cada cirurgia reforçou a importância de preservar função e identidade.

E cada entrega me lembrou por que encontrei tanto sentido nessa especialidade.

Por isso, hoje consigo dizer:

não bastou eu escolher a Oculoplástica.

De alguma maneira, sinto que ela também me escolheu.

Dra. Carolina Angeloni
Oftalmologista | Especialista em Cirurgia Plástica Ocular
CRM-MT 5744 | RQE 2874

📍 Cuiabá – MT | Clínica Carolina Angeloni
📍 Cáceres – MT | Oftalmoclin – Clínica de Oftalmologia e Plástica Ocular


FAQ — OCULOPLÁSTICA E CIRURGIA PLÁSTICA OCULAR

1. O Que É Oculoplástica?

Oculoplástica ou Cirurgia Plástica Ocular é uma área da Oftalmologia relacionada ao diagnóstico e tratamento de alterações das pálpebras, região periocular, vias lacrimais e órbita.

2. Oculoplástica É Apenas Blefaroplastia?

Não. A blefaroplastia faz parte da área, porém a Oculoplástica possui atuação mais ampla e também envolve alterações funcionais e reconstrutivas relacionadas às estruturas perioculares.

3. Qual É A Relação Entre Oftalmologia E Blefaroplastia?

As pálpebras não possuem apenas função estética. Elas participam da proteção ocular e da dinâmica do piscar. Por isso, sua avaliação também precisa considerar aspectos funcionais.

4. Toda Pálpebra Pesada Precisa De Blefaroplastia?

Não. A sensação de peso pode envolver diferentes estruturas. Identificar sua origem é necessário antes de definir qualquer tratamento.

5. A Blefaroplastia Precisa Mudar O Formato Dos Olhos?

Não necessariamente. O planejamento pode buscar tratar alterações específicas preservando características individuais do olhar.

6. O Que Significa Buscar Naturalidade Na Oculoplástica?

Significa respeitar anatomia, função, proporções e identidade, evitando transformar todas as pacientes segundo um mesmo padrão estético.

7. A Oculoplástica Trata Apenas Questões Estéticas?

Não. A especialidade também aborda alterações funcionais e reconstrutivas das estruturas relacionadas à região ocular.

8. Como Saber Se Minha Queixa Tem Indicação Cirúrgica?

A avaliação individualizada é necessária para identificar a origem da queixa e determinar se existe indicação de cirurgia ou de outra abordagem.

9. Por Que Avaliar As Sobrancelhas Antes Da Blefaroplastia?

Porque sua posição pode interferir na aparência das pálpebras superiores e na percepção de peso sobre os olhos.

10. Qual É O Primeiro Passo Para Quem Pensa Em Blefaroplastia?

Começar pelo diagnóstico. Antes de escolher uma técnica, é importante compreender quais estruturas realmente produzem a alteração que incomoda.

Dra. Carolina Angeloni é Médica Oftalmologista especialista em Plástica Ocular.
CRM-MT 5744 | RQE 2874

Dra. Carolina Angeloni

Dra. Carolina Angeloni é Médica Oftalmologista especialista em Plástica Ocular. CRM-MT 5744 | RQE 2874

Lifting de supercilio

As sobrancelhas (supercílios) vêm recebendo a cada dia uma atenção especial. Sabemos como especialistas da sua importância na harmonia do olhar e impacto no resultado final da cirurgia, porém nos últimos tempos, as pacientes também já chegam sabendo quando as suas sobrancelhas precisam de um cuidado e abordagem especial.

Se elas estiverem caídas, irão passar um ar de tristeza e interferir diretamente na quantidade de pele das pálpebras superiores. Nestes casos, precisamos melhorar este posicionamento para ter um resultado mais bonito e harmônico.

Através do lifting cirúrgico conseguimos isto, com efeito natural e duradouro. E mesmo em casos onde não exista uma queda tão acentuada, conseguimos mudar o formato das sobrancelhas, arquear sem exageros, emoldurar as pálpebras de forma elegante e deixar o olhar mais feminino.

Durante a avaliação iremos discutir se isto é algo que incomoda e qual a melhor técnica, pois cada paciente tem traços únicos e a depender deles, iremos indicar qual formato de supercílio mais combina.

Blefaroplastia a laser

Sem dúvida a Blefaroplastia a Laser é uma grande evolução nas cirurgias estéticas das pálpebras. O laser de CO2 fracionado, tecnologia já consagrada, é utilizado com duas finalidades: realizar o corte cirúrgico e promover o rejuvenescimento da pele, otimizando sua recuperação e o resultado final.

O uso do laser durante a cirurgia leva a um menor sangramento, o que causa menos hematomas e inchaço no pós-operatório. Ao final da cirurgia realizamos o tratamento de toda a pele remanescente nas pálpebras e na face inteira, inclusive pescoço e colo, através do ‘resurfacing’.

Por ser um laser ablativo, cria pontos de abertura nas camadas da pele, com a vaporização da epiderme (camada mais superficial) e alcança a derme reticular (camada mais profunda). Com o processo de regeneração, estimula muito colágeno, tratando as condições mais profundas como cicatrizes, flacidez e rugas.

Este é um dos tratamentos associados que mais potencializam o resultado da sua cirurgia, promovendo um rejuvenescimento global da sua face.

Blefaroplastia inferior

As bolsas de gordura e flacidez nas pálpebras inferiores costumam ser queixas muito frequentes mesmo em pacientes mais jovens, inclusive por questões genéticas. Para este problema, temos a blefaroplastia inferior, que é a cirurgia plástica das pálpebras inferiores, onde podemos abordar estruturas profundas, com a finalidade de rejuvenescimento desta região.

Assim como as pálpebras superiores, as inferiores têm fundamental importância na manutenção da saúde ocular, no mecanismo de piscar e lubrificação ocular. Cirurgias que não preservam essa função básica resultam em muitas queixas no pós-operatório, tanto estéticas, deixando os olhos com aspecto arrendondado e repuxado, quanto funcionais, com má oclusão palpebral e exposição do globo ocular, podendo comprometer a visão.

Por isto a escolha de um profissional que seja especialista em Cirurgia Palpebral é o primeiro passo para que sua cirurgia tenha o sucesso que você almeja.

 

Blefaroplastia superior

A blefaroplastia superior tem por objetivo remover o excesso de pele e bolsas de gordura das pálpebras superiores. Durante a cirurgia também podemos moldar o contorno palpebral, posicionando esta gordura que já temos naturalmente para preencher imperfeições, realizar técnicas para maior exposição da pálpebra móvel, simetrizar a altura das pálpebras, citando apenas alguns pontos que podem ser corrigidos na mesma cirurgia.

Ao nos atentarmos a todos esses detalhes, criamos o conceito de “personalização’ da sua cirurgia. Mas muito mais do que isso, devemos lembrar sempre da principal função das nossas pálpebras: proteger nossos olhos. Nenhuma abordagem estética será mais importante do que preservar sua visão.

Ácido hialurônico

O ácido hialurônico é produzido naturalmente pelo nosso organismo e está presente na pele, em nossos olhos, nas articulações e várias outras estruturas. Sua principal função é preencher os espaços entre as células, mantendo-as hidratadas.

À medida que envelhecemos, nossa pele se torna mais fina e menos elástica, e sua capacidade de reter água é reduzida. O resultado é o aparecimento de linhas finas e rugas. Os coxins de gordura que dão volume e aspecto jovem à face atrofiam e ocorre reabsorção óssea, aparecendo sulcos mais profundos, com perda do contorno facial. Tudo isso se traduz em uma aparência cansada, envelhecida ou triste.

Quando falamos em usar o ácido hialurônico com fins estéticos, podemos indica-lo em várias concentrações, cada uma com uma finalidade: hidratar, preencher ou sustentar.

O ácido hialurônico mais fino, chamado de skinbooster, é excelente para aumentar a hidratação da pele e suavizar rugas já marcadas, que não melhoram apenas com a toxina botulínica.

Quando temos uma concentração intermediária, ele se torna excelente para preenchimento de sulcos, como nas olheiras, no bigode chinês e linhas de marionete, além de regiões onde coxins de gordura perderam seu volume, como nas têmporas.

Fios de PDO

Os fios de PDO (polidioxanona) são fios implantados na pele e absorvidos naturalmente pelo organismo, com a finalidade de estimular a produção de colágeno.

Alguns modelos também podem ter efeito de tração e sustentação, mas o grande impacto que eles causam, de forma mais duradoura, é justamente estimular um boom de colágeno, proporcionando melhora na qualidade e firmeza da pele na região em que são aplicados.

Dentro da Plástica Ocular, as regiões que tratamos são:

  • Pálpebras inferiores
  • Lateral dos olhos
  • Sobrancelhas
  • Rugas profundas da região da glabela (entre as sobrancelhas)
  • Testa

O procedimento pode ser realizado na clínica ou associado a protocolos com cirurgias das pálpebras, potencializando o efeito desejado.

 

Toxina botulínica

Mas você sabe como funciona a Toxina Botulínica?

Ela impede a contração muscular, que é responsável pelo aparecimento das rugas. Como resultado, além de disfarçar as marcas já aparentes, ainda evita o aparecimento de novas rugas e retarda a formação dos sinais de expressão, que são as linhas mais profundas que temos, geralmente na lateral dos olhos (os famosos “pés de galinha”), na testa e na glabela (que são as linhas que aparecem quando fazemos “cara de bravo”).

O que significa ‘TOXINA BOTULÍNICA PREVENTIVA’?

Quando aplicamos a toxina em uma paciente mais jovem, com a pele ainda intacta e sem rugas definitivas, evitamos que essas dobras se transformem em vincos profundos. É como se evitássemos que ocorresse uma ‘fratura’ na pele, pois uma vez que a ruga já está bem profunda, é mais difícil de tratá-la. Portanto, com a Toxina Botulínica conseguimos evitar que chegue a esse grau mais avançado.

Quais são as indicações da Toxina Botulínica na Plástica Ocular?

  • Paralisar rugas dinâmicas (as que aparecem quando fazemos as expressões faciais):
    • Rugas na testa
    • Rugas na glabela (entre as sobrancelhas)
    • Rugas perioculares (pés de galinha)
    • Rugas finas nas pálpebras inferiores
  •  Arquear as sobrancelhas e corrigir assimetrias
  • Melhorar a textura da pele
  • Espasmos musculares nas pálpebras e face

Se você já aplica Toxina Botulínica regularmente ou nunca aplicou mas quer ter esse cuidado preventivo, estou pronta para tirar todas as suas dúvidas!

Plasmage

PLASMAGE é uma tecnologia italiana de uso exclusivo médico, sendo um jato de plasma fracionado de verdade, com a finalidade de melhorar a flacidez das pálpebras superiores e inferiores e as linhas finas de expressão nessa região. Ele causa a retração da pele, o que melhora muito a flacidez e estimula colágeno na área tratada.

Sabe aquelas linhas fininhas que se formam nas pálpebras, aquelas dobrinhas de pele que deixam a maquiagem craquelada? Pois então... O Plasmage é excelente justamente para esses casos! Para quem ainda não tem indicação cirúrgica ou para quem até teria, mas que por motivos pessoais quer uma alternativa para postergar um procedimento cirúrgico.

Independente da idade, a partir do momento que o aspecto das suas pálpebras começa a te incomodar, já podemos aplicar o PLASMAGE.

Programamos até 2 sessões, a depender do nível de flacidez de cada caso. Cada sessão leva em torno de 30 minutos para tratar as 4 pálpebras. Podemos também tratar a região do supercílio para causar um efeito de arqueamento e remover lesões palpebrais, como xantelasma e pequenos fibromas. É realizado com anestesia tópica ou local, a depender do nível de tolerância de dor de cada paciente.

O Plasmage é contra-indicado para gestantes, pacientes com pele negra e com tendência a formação de cicatrizes hipertróficas, queloides ou hiperpigmentação, como melasma.

Nos primeiros dias após a aplicação, a região fica mais inchadinha e vermelha e no 3o dia já pode usar maquiagem. O tempo de recuperação, que chamamos de downtime é extremamente rápido, pois você não precisa se ausentar do trabalho. Com 5 a 7 dias as crostas caem e com 30 dias após a 1a sessão já notamos o resultado. O principal cuidado é usar os cremes prescritos e ter muito cuidado com a exposição ao sol, para não manchar a região tratada.

O procedimento pode ser realizado na clínica ou associado a protocolos com cirurgias das pálpebras, potencializando o efeito desejado.

 

Ultrassom microfocado

O ultrassom micro e macrofocado é uma tecnologia já estabelecida no mundo da estética, que veio evoluindo com diferentes plataformas ao longo dos anos. A energia acústica gerada é convertida em calor e são criados pontos de coagulação em todas as camadas que recebem o estímulo.

Pele, músculo e gordura: com diferentes ponteiras para diferentes profundidades, conseguimos estimular todas estas estruturas na mesma sessão. O resultado vai além do estímulo de colágeno: é visto o efeito de lifting e afinamento da face, remodelando assim o contorno facial.

Na clínica temos o Atria, que chegou para revolucionar conceitos e ampliar possibilidades terapêuticas, levando a um avanço nos resultados clínicos.

Inédita e fruto de anos de pesquisa tecnológica, esta plataforma de ultrassom micro e macrofocado permite que maiores energias possam ser empregadas de forma mais segura e confortável, sem dor alguma. Seu diferencial, além do conforto, são os formatos de ponteiras:

-Atria® Scan – eficiência e a segurança do ultrassom focado por scanner;

-Atria® Pen – conforto e a comodidade da caneta de ultrassom para tratamentos faciais e de áreas mais delicadas, como contorno dos olhos e sobrancelhas.

Com ele podemos tratar:

  • Pálpebras
  • Frontal
  • Lifting de face (bigode chinês e linha de marionete) e pescoço
  • Submento (papada)
  • Contorno da mandíbula

Após a sessão já podemos ver os resultados, que se tornam mais evidentes ao longo de 30-60 dias. Pode ser realizado mesmo em pacientes jovens que já notam sinais de envelhecimento, com aspecto de “derretimento” da face, e claro, como manutenção após a realização das cirurgias palpebrofaciais.

 

Laser CO2

Sem dúvida a Blefaroplastia a Laser é uma grande evolução nas cirurgias estéticas das pálpebras. O laser de CO2 fracionado, tecnologia já consagrada, é utilizado com duas finalidades: realizar o corte cirúrgico e promover o rejuvenescimento da pele, otimizando sua recuperação e o resultado final.

O uso do laser durante a cirurgia leva a um menor sangramento, o que causa menos hematomas e inchaço no pós-operatório. Ao final da cirurgia realizamos o tratamento de toda a pele remanescente nas pálpebras e na face inteira, inclusive pescoço e colo, através do ‘resurfacing’.

Por ser um laser ablativo, cria pontos de abertura nas camadas da pele, com a vaporização da epiderme (camada mais superficial) e alcança a derme reticular (camada mais profunda). Com o processo de regeneração, estimula muito colágeno, tratando as condições mais profundas como cicatrizes, flacidez e rugas.

Este é um dos tratamentos associados que mais potencializam o resultado da sua cirurgia, promovendo um rejuvenescimento global da sua face.